Atriz que faria show em casa de prostituição fechada pela polícia em Niterói diz que vai embora do Rio

A modelo e atriz Grazieli Nunes, que faria uma apresentação na casa de prostituição fechada pela Polícia Civil, na última quinta-feira (13), em Niterói, está de mudança. Em suas redes sociais, a artista, que é natural de Florianópolis/SC, anunciou que está deixando o Rio de Janeiro, após nove meses na cidade.

Em sua conta no Instagram, a modelo abriu espaço para que seus seguidores enviaram perguntas, quando um deles questionou: “Você é do Rio?”. Em resposta, Grazieli disse: “Sou de Florianópolis, mas estava morando no Rio há nove meses. Hoje é meu ‘último dia’ morando no Rio”, afirmou, sem dar detalhes sobre qual será seu destino.

O anúncio de apresentação da modelo foi o estopim para que a Polícia Civil interditasse duas casas de prostituição, na semana passada, na Rua Barão do Amazonas, Centro de Niterói. Além dos crimes de exploração sexual e promoção de aglomerações, a 76ª DP (Niterói), delegacia responsável pela ação, confirma que , em um dos estabelecimentos interditados, havia duas menores de idade.

Em vídeo que circulava nas redes sociais, a modelo Grazieli Nunes, que já participou de programas de televisão e foi destaque em revistas masculinas, convida o público a comparecer ao local. “Eu estarei presente aí em Niterói, na Venus 313, agora no dia 13. Você é meu convidado para essa festa e não deve ficar de fora”, diz a modelo, que aparece vestindo apenas roupa íntima.

O delegado Luiz Henrique Marques Pereira, titular da distrital, confirma a informação. Na noite desta quinta, data para o evento marcado, os policiais realizaram a operação no local. Marques Pereira também detalha como funcionava a divisão dos valores recebidos pelos programas.

“Trabalho de investigação começou após notícia, nas redes sociais, que uma suposta modelo, seminua, convidava pessoas para o evento. Uma grande festa que ocorreria no Centro de Niterói. Equipes encontraram uma grande casa de prostituição, onde mulheres eram exploradas sexualmente. Uma dessas mulheres chegou a informar que repassava 30% dos valores arrecadados, para a casa de prostituição”, explicou o delegado.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dezessete + seis =