Atletas do Leste Fluminense voltam com uma medalha de Tóquio

Nascida em Itaboraí, Mariana Ribeiro conquistou o bronze na natação

Entre os integrantes da delegação brasileira, quatro eram da região Leste Fluminense, que é onde se encontra as cidades de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí. E coube à nadadora itaboraiense Mariana Gesteiro Ribeiro o prazer de voltar das Paralimpíadas de Tóquio com uma medalha, o bronze conquistado nos 100 metros livre da classe S9, voltada para deficientes visuais. Os demais atletas, embora não tivessem chegado ao pódio, tiveram bons resultados.

Mariana inalizou a prova com o tempo de 1min03s39, atrás da neozelandesa Sophie Pascoe (1min02s37), a nova campeã paralímpica da prova, e da espanhola Sarai Gascon (1min02s77). Apesar de ser nascida em Itaboraí, a atleta mora atualmente em Vitória, capital do Espírito Santo

Nascido em São Gonçalo, Emanuel Victor de Souza de Olivera chegou à final do arremesso de peso classe T37, para quem tem paralisia cerebral. Com um arremesso de 13,63m, o gonçalense ficou no sétimo lugar. Outro brasileiro que competiu na mesma prova, João Victor Teixeir conseguiu 14,45m e ficou com o bronze. O ouro ficou com Albert Khinchagov, do Comitê Paralímpico Russo, com 15,78m, e a prata com Ahmed Moslah, da Tunísia, com 14,50m.

Outro gonçalense também competiu no atletismo, Fábio Bordignon competiu nos 100 e 200 metros T35. Na primeira prova ele ficou em 5º com o tempo de 12s54. A medalha de ouro ficou com o russo Dmitrii Safronov, que bateu o recorde mundial da classe, com 11s39. O ucraniano Ihor Tsvietov levou a prata, com 11s47. O bronze foi para outro russo, Artem Kalashian, com 11s75.

Já nos 200 metros, o atleta nascido em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, mas radicado em São Gonçalo desde a infância, foi desclassificado. Ele terminou a prova em sétimo lugar com o tempo de 26s50, mas como pisou na linha interna, acabou tendo o tempo anulado. O ouro ficou com Dmitrii Safronov, do Comitê Olímpico Russo, que fechou com 23s a prova. A medalha de prata ficou com Igor Tsvietov, da Ucrânia, com 23s25. Artem Kalashian, também do Comitê Olímpico da Rússia, fechou o pódio com 23s75.

E o outro representante gonçalense bateu na trave. Competindo pelo vôlei sentado, Wescley Conceição de Oliveira jogou na disputa pela medalha de bronze entre Brasil e Bósnia e Herzegovina, atual vice-campeã paralímpica e líder do ranking mundial. Os brasileiros fizeram jogo duro, mas perderam por  3 sets a 1, parciais de 23/25, 25/19, 25/18, 25/11.

Esta foi a segunda vez consecutiva que o Brasil brigou pela medalha de bronze no vôlei sentado masculino nas Paralimpíadas. Assim como no Rio, os brasileiros terminaram em quarto lugar.

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