Após realizar varredura, CBF encontra escutas ilegais dentro da própria sede

Os dias nebulosos na Confederação Brasileira de Futebol parecem estar longe do fim. Após a polêmica envolvendo o afastamento do presidente Rogério Caboclo por assédio moral e sexual, a entidade descobriu, nesta terça (15), que o prédio estava com escutas ilegais.

A CBF contratou uma empresa de segurança particular para fazer uma varredura na sede da entidade, na Barra da Tijuca, na Zona Oeste. Na inspeção, foram encontradas escutas instaladas no piso de uma sala ocupada por vice-presidentes, nas salas de três diretores e em uma sala de reuniões da presidência.

O trabalho também vistoriou outras partes da sede, incluindo o escritório do técnico da seleção brasileira, Tite. O trabalho ainda não foi totalmente concluído.

A varredura foi feita depois que uma série de gravações se tornaram públicas. Além do áudio em que Caboclo pergunta a uma funcionária se ela se masturbava, ele também ofendia funcionários e chegou a sugerir a troca de comando na seleção após a eliminação da Copa de 2018.

A CBF não se pronunciou a respeito da investigação interna.

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