Agora ex-prefeito, Marcelo Crivella será investigado pela Justiça comum

O ex-prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, deixou o cargo após a posse de Eduardo Paes. Com isso, ele perdeu o foro privilegiado e será investigado por lavagem de dinheiro no ‘QG da Proprina’ através da Justiça comum. A determinação foi assinada pela desembargadora do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), Rosa Helena Macedo Guita, a mesma que assinou a decisão da prisão dele no ano passado.


A partir da próxima quarta-feira (6) os autos do processo serão redistribuídos para a 1ª Vara Criminal Especializada de Combate ao Crime Organizado. Após investigação do suposto ‘QG da Propina na Prefeitura do Rio, Crivella foi preso faltando nove dias para deixar o cargo. Ele ficou 24 horas na Cadeia de Benfica e depois recebeu autorização para prisão domiciliar.


A magistrada Rosa Helena determinou que todos os eletrônicos, tablets e celulares devem ser retirados da casa e os sinais devem ser interrompidos pelas operadoras.


“Retirando os terminais telefônicos fixos, computadores, tablets, laptops, aparelhos de telefone celular e smart tvs, de forma a dar fiel cumprimento à medida”, diz um trecho do despacho. Na decisão, a magistrada prossegue as determinações: “Determino ainda seja oficiado às empresas de telefonia fixa e internet a fim de interromperem os respectivos sinais. Determino, por fim, seja providenciada a colocação de dispositivo de monitoramento eletrônico no paciente”, escreveu na decisão.

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