A “doce” festa da criançada está chegando na cidade

Augusto Aguiar

Não importa se os preços dos doces não estão tão “doces” assim, segundo os consumidores, mas a tradição e o prazer de distribuir balas, pirulitos, e outras guloseimas no dia de São Cosme e São Damião, para muitos não tem preço. Nesta terça-feira(27) mais uma vez aqueles que tem o costume de distribuir alegria em forma de saquinhos de doce vão estar nas ruas. Na sexta-feira o movimento nas lojas especializadas, concentradas na Rua Visconde do Uruguai, já apresentava movimento de fregueses razoável, segundo os próprios comerciantes.

“Muitos deixam para comprar doces na véspera e até mesmo no dia 27, mas estou achando que o movimento está menor do que em outros anos. Não acho que aumentou tanto o preço das mercadorias. Há uma pequena diferença em relação ao ano passado, em torno de 10% em média, mas não é algo absurdo, como reclamam alguns clientes. É porque a crise que afeta o país causa esse tipo de reflexo. Acho que a procura está fraca, mas no início desse próxima semana deve melhorar. Vamos aguardar”, afirmou José Luiz, proprietário de uma das lojas situadas na Rua Visconde do Uruguai, no Centro.

“Todo ano eu compro doces para distribuir. Acho que os preços estão subindo, mas na minha família é uma tradição que passa de mãe para filha. Eu distribuo doces há muito tempo e há muitos anos minha mãe fazia o mesmo”, explicou a aposentada Célia Vieira, de 74 anos. Na loja sitada nas proximidades, Carlos Aldo, de 45 anos fez o mesmo. “Decidi comprar logo hoje (sexta-feira) para evitar evitar possíveis tumultos na segunda-feira e não correr o risco de não encntrar determinados tipos de marcadorias com preço mais em conta. Acho que as pessoas estão até comprando menos doces para distribuir, mas a tradição não acaba. Vale a pena apertar o cinto um pouquinho e ver um sorriso estampado no rosto de uma criança”, afirmou.

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