70% DA POPULAÇÃO VACINADA COM A PRIMEIRA DOSE CONTRA A COVID-19

A vacinação contra a Covid-19 em Maricá atingiu a marca de 70% da população com pelo menos a primeira dose aplicada. Os últimos dados da Secretaria de Saúde apontam que, até quarta-feira (18), 90.921 pessoas receberam sua dose inicial na cidade, o equivalente a 69,88%, enquanto outros 48.279 pacientes (39,91%) já receberam a segunda. Deste total, com o esquema vacinal completo, 3.655 pessoas tiveram acesso à dose única do imunizante. Em todo o município, a estimativa é que 130.105 pessoas acima de 18 anos deverão ser vacinadas.

De acordo com a secretária de Saúde de Maricá, Solange Oliveira, a aplicação da segunda dose de quaisquer dos imunizantes está garantida pela reserva enviada pelo Estado para esta finalidade. Segundo ela, esses resultados estão acima da média nacional de vacinação.

“O sucesso da vacinação no município se deve à observação rigorosa do Programa Nacional de Imunização (PNI) e das recomendações da Secretaria Estadual de Saúde”, frisou.

Um dos moradores que recebeu a primeira dose nesta semana foi justamente o vice-prefeito de Maricá, Diego Zeidan. Ele recebeu a imunização na Unidade Volante de Vacinação (UVV) do Aeroporto de Maricá. Ele ressaltou que ser vacinado traz mais segurança, além de mostrar o avanço do calendário de vacinação no município, chegando à população mais jovem.

“É uma emoção. Apesar do atraso da vacinação em boa parte do Brasil por conta da não atuação do Governo Federal, em Maricá o cronograma chegou a minha idade e abrange agora a população mais jovem, alcançando todos com 18 anos ou mais na próxima terça-feira (24). Me sinto mais seguro, mas aguardo a segunda dose, mantendo todos os cuidados, sempre usando máscara de proteção e álcool em gel”, destacou.

Alerta sobre a variante Delta

Apesar dos bons resultados, Solange Oliveira alerta que Maricá está no contexto da região e do Estado que vivem a expansão de casos provocados pela chamada “Variante Delta”, que mostra ter maior poder de transmissibilidade. “Não podemos relaxar. Mesmo vacinados, temos de manter o uso da máscara, medidas de distanciamento social e higienização frequente das mãos. Temos atendimento médico com fluxo diferenciado para pessoas com sintomas, testes diagnósticos disponíveis e leitos para os cuidados que se façam necessários, mas não podemos esmorecer. O cuidado precisa continuar para superarmos juntos essa fase”, recomen

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