1º DE ABRIL, O BRASIL LEVA MAIS UM DURO GOLPE. E NÃO É DE MENTIRA

As águas de março que fecham o verão trouxeram uma chuva de mortes em decorrência da Covid-19. Só no mês
que se foi, sem deixar nenhuma saudade, foram 66.868 óbitos. Um aumento de 103,17% quando comparado a julho de 2020 que, até então, era o mês com recorde de mortos na pandemia (32.912 óbitos). O dia é da mentira mas, infelizmente, a verdade é que, em 24h o país registrou 3.950 mortos. Se em 2020 o país levou 112 dias
após a primeira morte, para atingir 66.868 óbitos, em 2021 esse foi o número de óbitos somente no mês de
março.

Para dimensionar o tamanho diário da tragédia brasileira supera, em número de mortes, momentos traumatizantes da história recente, como o ataque às torres gêmeas nos EUA, em 11 de setembro, quando morreram 2.753 pessoas. Pela primeira vez, num intervalo de sete dias, foram registradas mais de 20 mil mortes, o que leva o Brasil a quebrar, também, o recorde de pior média móvel nos últimos sete dias. Foram 2.971 óbitos.

Já são 70 dias seguidos com a média móvel de mortes acima da marca de mil, 15 dias com essa média acima dos
2 mil mortos por dia, e o quinto dia com a média acima da marca de 2,5 mil, aproximando-se agora da média de 3 mil vidas perdidas por dia. Entre anteontem e ontem, houve 90.638 testes positivos cadastrados em todo o país, fazendo com que o total de infectados chegue a 12.748.747, segundo o Ministério da Saúde. Desse total, 11.169.937 pessoas se recuperaram da covid-19 até o momento, com outras 1.257.295 em acompanhamento.
O ranking de estados com mais mortes pela covid-19 é liderado por São Paulo (74.652), Rio de Janeiro (36.727),
Minas Gerais (24.332), Rio Grande do Sul (19.736) e Paraná (16.717). Já as Unidades da Federação com menos
óbitos são Acre (1.262), Amapá (1.302), Roraima (1.341), Tocantins (2.032) e Sergipe (3.501).

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