Projeto Música Livre terá dois show no Teatro da UFF

O projeto Música Livre, que teve início em 2017, continua sua programação em 2018, abrindo o ano com duas bandas: Tereza e Biltre, na próxima quinta-feira, 18. Cada uma delas se apresentando separadamente no palco da UFF, mas o público pagará pelo valor de um único ingresso, que custará R$ 30 (inteira) ou R$ 15 (meia-entrada). As apresentações vão começar às 20h.

A banda Tereza nasceu em 2009, a partir da união de cinco amigos de infância: Mateus Sanches, João Volpi, Sávio Azambuja, Vinícius Louzada e Rodrigo Martins. O nome da banda é uma homenagem a Tereza Monnerat, a garota mais bonita do colégio em que eles se conheceram.

De lá para cá, muita coisa aconteceu. Através da música, os rapazes conheceram o Brasil inteiro, de Santa Maria a Roraima, de Cuiabá a Salvador e outras praças. Se apresentaram também ao lado de artistas como Nando Reis e Nação Zumbi. Participaram de programas como Altas Horas e Programa do Jô. Lançaram em 2012 seu primeiro disco Vem ser artista aqui fora e, no mesmo ano, ganharam o prêmio Multishow na categoria Revelação. No ano seguinte, se destacaram com o clipe da música Sandau, feito inteiramente com a tecnologia do Google Street View, que conta com 500 mil visualizações no Youtube.

O segundo disco de estúdio, Pra onde a gente vai, foi lançado em novembro de 2015. Nele, a banda Tereza reafirma o que sabe fazer de melhor: música pop, alegre e dançante. Para ninguém ficar parado. Com influências que vão de Skank a Michael Jackson, o disco já contabiliza mais de 500 mil execuções em plataformas de streaming.

Um dos principais nomes da cena contemporânea do Rio de Janeiro, o Biltre reflete o que há de mais carioca na cidade: a irreverência. Com letras afiadas, humor ácido ou músicas simplesmente mergulhadas na zoeira – quase revertidas em canções-memes -, a banda faz sucesso com a juventude da cidade, chegando a reunir duas mil pessoas em seus populares shows na rua. Com o primeiro disco lançado em 2015, o Biltre acumula apresentações importantes, como no Circo Voador, no Rio, ou em festivais como Se Rasgum (Belém), Sensacional (Belo Horizonte), Dia da Música (Rio de Janeiro), entre outros. Em 2017, o grupo – meio carioca, meio paraense -, lançou o segundo álbum da carreira (Nosso amor vai dançar), que traz, entre outras, a já popular Nosso amor foi um GIF, parceria com Gregório Duvivier e que chegou a 100 mil execuções somente no Spotify. Como a própria banda define em um de seus hits, Pissaicou (que soma mais de 200 mil execuções online), seu som é a síntese da canção pop contemporânea “tipo tecno-house, dance, acid-funk, trance, melody-groove, pissaicou stereo punk, step, dub, trip hop, mutantes, new age, experimental”.

O Biltre é composto por Arthur Ferreira, Dioclau Serrano, Diogo Furieri e Vicente Coelho. Entre canções-memes e beats, o segundo disco da banda meio carioca, meio paraense, intitulado Nosso amor vai dançar, chega de forma relax, num pen-drive em formato de chinelinho de dedo, reunindo oito músicas, dentre elas uma parceria com Gregório Duvivier, single que já soma mais de 100 mil execuções no Spotify. Amor gay, maconha e outros assuntos afins estão entre os temas do disco.

A mistura afiada de humor ácido e programações eletrônicas que projetou a banda – principalmente através de Pissaicou, um hit do underground carioca – foi levada a novos limites. Em Nosso amor vai dançar, que foi lançado recentemente, as canções têm pegada popzêra, num novo patamar de humor escrachado em músicas para curtir e compartilhar. Nessa vibração tranquila, “de boas”, o grupo pretende fechar o cerco para o ouvinte no melhor estilo Biltre.

A classificação etária é 10 anos e a duração do show é 120 minutos e os ingressos custam R$ 30 (inteira), R$ 15 (para jovens até 21 anos, estudantes e maiores de 60 anos). O Teatro da UFF fica na Rua Miguel de Frias, 9 em Icaraí.

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