Niterói: 65% dos veículos circulam irregularmente

Aline Balbino

Dos 287.070 veículos automotores que circulam por Niterói, 186.765 trafegam de forma irregular sem terem sido submetidos à vistoria anual obrigatória estabelecida pelo Código Trânsito Brasileiro. As informações são do Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran) que acrescentou ainda que não sabe quais são as causas das irregularidades, mas afirma a falta de vistoria representa um risco para a população porque os veículos sem a vistoria podem estar trafegando sem as condições ideais de segurança, como pneus carecas, vidros trincados, entre outras. Os números também são altos em São Gonçalo. Da atual frota de 291.625 carros, cerca de 62,4% dos veículos da cidade gonçalenses estão irregulares.

Na última quinta-feira (29) o Detran realizou uma operação no Gragoatá, em Niterói onde 60 veículos foram rebocados por estarem em situação irregular e 82 autos de infração foram lavrados. Os agentes do Detran fiscalizaram as condições de segurança veicular e a documentação dos automóveis. A ação contou com apoio de policiais militares do 12ºBPM (Niterói).

Entenda como funciona a vistoria de veículos – A vistoria é um processo de renovação do documento de porte obrigatório. Para agendar a vistoria é preciso ligar para o número 3460-4040 / 3460-4041. Para fazer a vistoria é importante apresentar diversos documentos como: original e cópia do Comprovante de Residência (quando houver a necessidade de alteração do endereço no cadastro do veículo); Apresentação do original do último Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) ou do Certificado de Registro de Veiculo (CRV); Apresentação do Certificado de Segurança Veicular (CSV), para veículos movidos a Gás Natural Veicular (GNV).

Um comentário em “Niterói: 65% dos veículos circulam irregularmente

  • 13 de outubro de 2016 em 11:36
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    A crise econômica (desemprego e falta de dinheiro), associada à certeza da impunidade (ausência de fiscalização) tem sido a causa desses números alarmantes de “inadimplentes”. Viver no Brasil, hoje, custa caro, muito caro. Impostos embutidos em todas as mercadorias e serviços. Dividimos nossa renda com o Fisco (“o terço” é pago direta ou indiretamente). O cidadão sente-se sufocado…..

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